8° - Distância do amor...


  
  Ela tinha colocado isso como meta de vida mesmo que soubesse que era complicado se livrar desse jeito carente e amada.

  Longe dele a sua meta continuava seguindo como todo o combinado desde o começo de um término doloroso. Ela só decidiu não se apaixonar mais. Saberia que não daria certo.

 Mas ela é rápida. Ela necessita de amor, de carinho e de alguém que lhe faça sorrir. Ele foi mais um? Não digamos assim, digamos que foi repentino. Mas ela não sabia se era paixão ou se simplesmente ele estava ocupando o lugar daquele que tinha deixado-a.

  Ela só não queria se apaixonar mesmo que já sentisse algo. Ela desprezava totalmente. Deixava de lado. Esquecia. Fingia tudo. Era fria do jeito que decidiu ser.

  Ela sabia que nada daria certo. Seria problemas demais. E o sue orgulho de menina mais velha não a deixava mostrar para todos essa sensação boa que ele a fazia sentir.

  Se ela é feliz ao lado dele? Ela não é feliz desde o começo daquele término. Ela só é alegre porque a fazem sorrir. Simples? É, assim mesmo.

- Lua?
-Oi.
- Posso amar você?
- Tente a sorte.

Ela nunca quis magoá-lo e não quer. Mas a frieza possui seu corpo e ela quer distância de paixões e de decaídas para esses amores. Esse é o desejo dela? Com toda a certeza. Ela está bem do jeito que está.

Nenhum comentário

Postar um comentário